Consórcios – Garbim https://garbim.com.br Planejamento financeiro Sun, 29 Mar 2026 17:31:31 +0000 pt-BR hourly 1 Consórcio: A estratégia de quem sabe que o tempo é o melhor aliado do bolso https://garbim.com.br/consorcio-a-estrategia-de-quem-sabe-que-o-tempo-e-o-melhor-aliado-do-bolso/ https://garbim.com.br/consorcio-a-estrategia-de-quem-sabe-que-o-tempo-e-o-melhor-aliado-do-bolso/#respond Sun, 29 Mar 2026 17:30:22 +0000 https://garbim.com.br/?p=768

Adaptação e resiliência são características muito presentes na maioria dos Brasileiros, é aquele velho ditado, eu sou brasileiro e não desisto nunca. Em momentos de dificuldade, buscamos formas de nos reinventar e continuar progredindo. Foi assim em 1962, quando o Consórcio foi criado para contornar a escassez de crédito no mercado. E, acredite ou não, este é um produto que só existe no Brasil.

Desde o seu surgimento, os últimos anos foram favoráveis para o produto. Vamos voltar um pouco para 2020, um ano que ficou marcado pela Pandemia do COVID-19 e o medo tomou conta do mundo todo.  A preocupação em se proteger de algo desconhecido trazia muitas incertezas e a economia mundial foi impactada diretamente.

Mas, contrariando o que alguns profissionais do setor pensavam, o consórcio superou a crise de saúde muito bem e até hoje apresenta números cada vez mais expressivos, quebrando recordes de vendas e contemplações ano após ano. Segundo os dados da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), em 2018, havia no Brasil pouco mais de 7 milhões de participantes ativos no produto e, no final de 2025, o consórcio atingiu a marca 12,7 milhões de adesões.

No final do ano passado, mais de R$ 123 bilhões foram injetados na economia através das contemplações. Vários motivos fizeram o consórcio performar tão bem no mercado de investimentos, principalmente pós pandemia, como por exemplo:

  • Mais valor ao tempo e as pessoas: Viver uma pandemia nos fez mudar de perspectiva e buscar conforto para estar mais próximo da família, seja para reformar a casa e atender uma necessidade de um novo formato de trabalho, o home office e cuidar da saúde, e ter momentos de lazer e tudo isso pode ser conquistado com o Consórcio.
  • Alta da Selic: Após algumas quedas que visavam aumentar o consumo no período da pandemia (Selic chegando a 2%), foi inevitável iniciar um ritmo de subida da taxa básica de juros para controlar a inflação e quando a Selic sobe as taxas de juros em geral sobem, o que impulsiona o Consórcio, que não sofre impactos diretos da Selic.
  • Ascenção dos investimentos: A Selic alta é uma faca de dois gumes. Se por um lado ela encarece as operações de crédito, por outro, a rentabilidade dos investimentos é maior, isso fez com que muitas pessoas acabassem buscando alternativas de renda fixa para ter boas rentabilidades, dando oportunidade de programar compras que antes seriam feitas à vista.
  • Dificuldade do crédito: Em alguns casos, sobretudo em linhas habitacionais, o crédito, além de mais caro, acabou ficando mais difícil, pois os meios que as instituições financeiras utilizavam para captar o recurso de algumas linhas de financiamento ficaram escassos, como é o caso da Poupança, que paga uma rentabilidade menor do que outras linhas de investimento, ou seja, não tem crédito, e a solução é o Consórcio.

Com todos estes acontecimentos, aliados a uma crescente (e necessária) busca por educação financeira da população, o Consórcio acabou se tornando o primeiro plano de quem, até então, talvez não pensasse na modalidade como meio de compra ou de investimento, ou sequer conhecesse o produto.

Passando para os dias de hoje temos um cenário econômico que é extremamente positivo para o Consórcio. Com a estratégia, o entendimento correto das regras e possibilidades do produto, pode trazer ganhos financeiros e negociais fantásticos para quem se propõe a programar uma compra, por exemplo:

  • Programação de compra: “Hoje meu carro está bom, mas e daqui 2 anos?” Se você já se fez essa pergunta, possui o perfil ideal para o Consórcio! Você pode programar a compra ou troca dos seus bens sem pagar juros, sem entrada e com a estratégia certa talvez em menos tempo do que imagina.
  • Investimento: “Comprar imóveis para alugar, compensa?” A resposta é SIM! Em muitos casos, comprando um imóvel com o Consórcio, o aluguel vai pagar a parcela do Consórcio e sobra dinheiro, sem contar a valorização do imóvel ao longo do tempo e a segurança imobiliária para a sua família.
  • Mais Investimento: “E se eu não quiser ter imóveis de locação, o que eu faço com o Crédito?” Uma possibilidade neste caso é não fazer nada – isso mesmo, nada! A carta de crédito, após contemplada, fica numa aplicação automática à juros compostos com rendimento diário e sem prazo de uso. Ou seja, enquanto você não decide o que fazer com o seu crédito, ele está cada dia maior, às vezes, rendendo mais que a própria parcela!
  • Poupança para o futuro: “E se eu não tiver sorte e demorar pra contemplar?” A contemplação depende um pouco de sorte e muito de estratégia. Podemos antecipá-la com uso dos lances (e o seu gerente vai lhe apresentar as possibilidades), mas enquanto você não contemplar, seu crédito terá reajustes periódicos, que vão manter seu poder de compra e por mais que a parcela também seja reajustada, a proporção vai ser favorável ao consorciado.
  • Alternativa para não se descapitalizar: “Tenho dinheiro para comprar o bem à vista”. Talvez isso não seja a melhor alternativa, com certeza vale um estudo. Em muitas ocasiões, principalmente quando a compra não é urgente, vale a pena manter o recurso aplicado e usar somente parte dele para trabalhar um lance. Você pode contemplar sua cota, comprar o mesmo bem, manter dinheiro aplicado, rendendo e parcelar a compra sem juros!

Essas são apenas algumas das possibilidades que o Consórcio apresenta, mas cada situação precisa ser minuciosamente estudada levando todos os pontos em consideração e é aí que entram os pontos de atenção.

Entendendo que o mercado é cíclico, a economia é volátil e que dinheiro sempre é bem-vindo, o Consórcio se torna uma alternativa extremamente positiva para quem está disposto a planejar, pensar no futuro e, principalmente, economizar de forma consciente e estratégica.

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